29 de jan. de 2012

O novo ministro da Educação

Nascido em Santos (SP), distante da capital 77 quilômetros, Aloizio Mercadante, o novo Ministro da Educação é formado em Economia pela Universidade de São Paulo (USP), onde começou sua trajetória políticas em entidades estudantis, é doutor em economia pela Universidade de Campinas (Unicamp) e professor licenciado da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Um dos fundadores do Partido do Trabalhadores (PT), foi eleito duas vezes deputado federal e uma vez senador de São Paulo. Em 1994, foi candidato a vice-presidente da República na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva. Desde o começo do governo Dilma, em 2010, estava no comando do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.



No primeiro discurso, as prioridades
No dia 24 de janeiro, durante o discurso de posse no auditório do Ministério da Educação, Mercadante apontou como primeiro compromisso a melhoria das condições de trabalho dos professores, o que inclui a implantação do piso salarial da categoria em todo o território nacional e o investimento na formação docente.
Ele sinalizou apoio a programas já estabelecidos, como o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), e deu especial destaque ao Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Ainda sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), disse que pretende aprimorar a aplicação da prova. 

Início do ano letivo de 2012 é nesta segunda, 30/01

Um novo ano se iniciou, as expectativas se renovaram e os planos tecidos neste descanso são os melhores para realizar o trabalho   com mais esforço e dedicação. Professores já mentalizam ações que poderão dar certo, alunos se despendem das férias e ficam ansiosos para voltar aos espaços escolares e interagir com os colegas.
Em meio a este clima, foi realizada uma grande reunião com coordenadores escolares, diretores e a equipe pedagógica da Secretaria de Educação, na última sexta-feira 27/01, para os últimos acertos das voltas às aulas. Na ocasião foi apresentado o calendário escolar de 2012 e as ações nele previstas (Clique na imagem para ampliar):
Houve a apresentação das novas equipes de gestores escolares que se reformularam, foi passado alguns informes para o planejamento escolar com os professores, a realização de diagnósticos, entre outras coisas.
Assim, foi dado o sinal de largada para mais um ano de luta por uma educação de qualidade e trabalho coletivo.


12 de jan. de 2012

Inscrições para o Sisu 2012 terminam às 23h59 de hoje; são oferecidas mais de 108 mil vagas


Do UOL, em São Paulo
As inscrições para o Sisu (Sistema de Seleção Unificada) 2012 podem ser realizadas até as 23h59 desta quinta-feira (12). O sistema, que usa as notas no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2011 para definir os selecionados, oferece 108.552 vagas em 95 instituições públicas de ensino superior para o primeiro semestre. São 3.327 cursos. Até as 18h de ontem (11), eram contabilizadas cerca de 3 milhões de inscrições de mais de 1,5 milhão de candidatos.

Segundo o último balanço divulgado, o Rio de Janeiro foi o Estado que recebeu mais inscritos: 343.497. Em seguida, estão Minas Gerais (317.435), São Paulo (249.929), Ceará (214.936), Rio Grande do Sul (201.066); Bahia (185.923); Pernambuco (163.691) e Piauí (136.917).
No sistema, o candidato deve escolher duas opções de curso, indicando a sua prioridade. Na madrugada, o sistema divulga a nota de corte preliminar de cada curso com base na nota do Enem dos candidatos que pleiteiam as vagas. Até o fechamento das inscrições, o participante pode alterar essas opções se achar que tem mais chances de ser aprovado em outro curso ou instituição.
O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 15 de janeiro. Os estudantes aprovados deverão comparecer às instituições de ensino entre os dias 19 e 20 para fazer a matrícula. O participante que foi selecionado para a sua primeira opção de curso é retirado automaticamente do sistema e perde a vaga se não fizer a matrícula. Aqueles que forem selecionados para a segunda opção ou não atingirem a nota mínima em nenhum dos cursos escolhidos podem participar das chamadas subsequentes.
A segunda chamada está prevista para 26 de janeiro, com matrículas entre os dias 30 e 31. Caso ainda haja vagas disponíveis, o sistema gera uma lista de espera que será disponibilizadas para as instituições de ensino preencherem as vagas remanescentes. O candidato interessado em participar dessa lista deverá pedir a inclusão entre 26 de janeiro e 1° de fevereiro.

CALENDÁRIO DO SISU

Inscrições7 a 12.jan
Primeira chamada15.jan
Matrícula da primeira chamada19 e 20.jan
Segunda chamada26.jan
Matrícula da segunda chamada30 e 31.jan
Inscrição na lista de espera26.jan a 1°.fev

29 de dez. de 2011

Brasil: ensino público tem déficit de 300 mil professores

O ano de 2012 começará com velhos problemas na rede pública de ensino. Estimativa da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação aponta déficit de cerca de 300 mil professores no país – nas redes estaduais e municipais -, número que corresponde a 15% do total de educadores em salas de aula (2 milhões). Salários baixos, falta de educadores no mercado, ausência de planos de carreira e mau gerenciamento do quadro de servidores – muitos estão desviados de função – são apontados como causas da carência. Para amenizar a crise, estados e municípios recorreram a concursos e contratos temporários, e professores passaram a lecionar em áreas diferentes da sua formação.
Hoje o piso nacional do magistério para 40 horas é de R$1.187. Para o Sindicato Estadual dos Profissionais de Ensino do Rio (Sepe), o valor não motiva a permanência na escola. De acordo com o Sepe, em 2012 a falta de professores continuará a ser crônica na rede estadual, que perderá um educador a cada dia útil por exoneração, mantendo a média deste ano. O déficit nas escolas – a maioria de ensino médio -, chegaria a 10 mil profissionais. Na capital, os números são igualmente preocupantes: 5 mil estimados.
Presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleuza Repulho diz que a saída é a aprovação, em 2012, do Plano Nacional de Educação (PNE).
- O PNE prevê plano de carreira. O professor quer buscar a chance de crescimento profissional. Se não for feito nada chegaremos a um ponto que haverá orçamento e alunos, mas não educadores – diz Cleuza, que aponta as áreas de Química, Física e Matemática como críticas.
Carência atinge todo o paísMaristela Kaminski, de 16 anos, que cursou o segundo ano do ensino médio no Colégio Aderbal Ramos da Silva, em Florianópolis, vive uma realidade comum em Santa Catarina. Ela faz parte dos alunos sem aula por falta de professores na rede estadual. A jovem conta que, neste ano, teve aula somente no segundo semestre nas disciplinas de Geografia, Química, História e Sociologia. Levantamento do Sindicato da Educação do estado feito em 400 das 1.234 escolas estaduais apontou que há falta de professor em 90% delas. Cerca de 50% dos professores (34 mil) são temporários.
O secretário da Educação, Marcos Tebaldi, afirmou que existem casos pontuais. Mas a assessoria técnica da diretoria de Gestão de Pessoas informou que faltam cerca de dois mil professores e a carência é maior em Matemática, Literatura, Química, e Física, no ensino médio, e Artes, Português, Matemática, e Ciências, no fundamental. Santa Catarina foi um dos estados contrários ao piso nacional do magistério e pagava salário de R$609.
Em Mato Grosso do Sul, dos cerca de 17 mil professores efetivos e convocados da rede estadual, a metade não é concursada e está em sala de aula substituindo profissionais de licença médica, que estão ocupando outras funções ou cedidos para outros poderes. Já no Rio Grande do Sul, dos atuais 77 mil professores que estão em sala de aula, 26 mil não são concursados. Eles foram contratados por razões emergenciais, substituindo docentes fixos afastados.
A Secretaria de Educação do estado do Rio informou que investiu na melhoria salarial. O estado afirma que, neste ano, a carência de professores diminui de 11.773 para 1.550. Está em andamento um concurso para o preenchimento inicial de 3.321 vagas. Já a Secretaria municipal de Educação afirmou que havia déficit de 7.500 professores em 2009. Foram contratados 11.531, faltando hoje 91 educadores.
Fonte: O Globo e http://www.zedudu.com.br/

19 de dez. de 2011

Programa de Aperfeiçoamento para Professores de Matemática do Ensino Médio

De 23 a 27 de janeiro de 2012. 

  1. Preliminares
    Este programa visa oferecer treinamento gratuito para professores de Matemática do Ensino Médio. É realizado, sob diversas formas, desde 1990, abordando assuntos relativos às três séries do Ensino Médio.

  2. Detalhamento do programa
    • Organização do Curso
      O programa é realizado em módulos independentes, que abordam tópicos selecionados das três séries do  Ensino Médio e alguns tópicos do Ensino Fundamental. Em cada módulo, as atividades ocorrem durante os recessos escolares.

  3. Local de realização
    Cada um dos módulos do programa será realizado simultaneamente no IMPA e em instituições parceiras de todo o país. As aulas expositivas serão transmitidas ao vivo, via Internet, do IMPA para as instituições participantes em outros estados, utilizando a infraestrutura da RNP. Os professores participantes poderão enviar suas perguntas durante a realização das aulas, utilizando um programa de "chat". As atividades da tarde serão conduzidas localmente.
    Atualmente,  as instituições participantes são as seguintes:

    Para janeiro de 2012, estamos solicitando aumento nos recursos para que mais instituições, preferencialmente das regiões Norte e Nordeste do Brasil, participem.


  4. Equipe
    A equipe responsável pela preparação e aplicação dos módulos que constituem este projeto é formada por:
    • Eduardo Wagner
    • Elon Lages Lima (coordenador)
    • Luciano Guimarães Monteiro de Castro
    • Paulo Cezar Pinto Carvalho
    • Maria Celano Maia (secretária executiva)
    • Priscilla Fernandes Pomateli (secretária)
    Este grupo vem trabalhando junto há vários anos em atividades ligadas ao ensino da Matemática, tais como a publicação da Revista do Professor de Matemática, as Olimpíadas de Matemática (regionais, nacionais e internacionais ), a autoria de diversos livros sobre a Matemática da escola secundária e, principalmente, a concepção e implementação deste programa.
  5. Inscrições
     Solicitar formulário pelo email papmem.ufpa@gmail.com.Período: de 01 de novembro de 2011 a 01 de janeiro de 2012.
    Encerrado o período de inscrições, haverá uma seleção pois as vagas são limitadas. A lista dos candidatos selecionados será publicada nesta página. Além disso, os selecionados receberão um e-mail comunicando sua seleção e fixando uma data limite para que confirmem seu interesse em participar.

    Fonte: http://www.impa.br/opencms/pt/programas/programa_ensino_medio/ensino_medio_2012_modulo1.html

15 de dez. de 2011

Votação do Plano Nacional de Educação na Câmara fica para 2012

A votação do relatório do PNE (Plano Nacional de Educação) na Câmara dos Deputados vai ficar para o próximo ano. Em reunião na manhã desta quarta-feira, a comissão especial que analisa o assunto adiou para fevereiro a apresentação do texto final, que deve ser votado no mês seguinte.

A reunião contou com a participação de apenas três dos 26 deputados que integram a comissão especial: Alex Canziani (PTB-PR), que presidiu a reunião, Angelo Vanhoni (PT-PR), que é o relator do projeto, e Izalci (PR-DF) .
Vanhoni argumentou que não conseguiu fechar o relatório final por conta da grande quantidade de emendas apresentadas --449 no total. O prazo regimental para a apresentação de emendas terminou no fim da tarde desta quarta-feira.
"Teremos tempo para analisar todas as emendas e oferecer o relatório final no mês de fevereiro", disse o relator. A primeira reunião da comissão em 2012 será no dia 8 de fevereiro.
Vanhoni afirma que não teve tempo para analisar a fundo as emendas ao seu texto, mas adianta que muitas delas são referentes à polêmica meta 20 --que estabelece o percentual do PIB (Produto Interno Bruto) que deve ser investido em educação.
O plano original do governo previa a elevação do investimento público de forma a atingir até 2020 o índice de 7% do PIB. Muitas das emendas solicitam 10%, que também é a bandeira de entidades ligadas ao setor de educação.
O relatório apresentado na semana passada por Vanhoni determinava 8% de investimento "total" --o acréscimo dessa palavra resulta na inclusão também a concessão de bolsas, por exemplo, e outros encargos. Por isso o relator foi acusado por alguns parlamentares de "maquiar" os números.
O próprio Vanhoni informou que vai modificar essa meta. Segundo o relator, o índice de 8% de investimento público total corresponde na prática a 7,5% de investimentos diretos.
"Vou mudar para deixar mais claro no relatório, mas estou convencido que 7,5% é suficiente para atender todas as metas que estão no meu relatório", afirmou o deputado.
A comissão ainda tenta para a próxima semana um encontro com o ministro Guido Mantega (Fazenda) para discutir a possibilidade de aumentar os investimentos em educação. Um convite havia sido aprovado pela comissão especial na semana passada.
Em sessões anteriores, diversos parlamentares reclamaram que o adiamento da votação para o próximo ano poderia fazer com que a discussão fosse contaminada por se tratar de um ano eleitoral. Após a aprovação na Câmara, o projeto será discutido no Senado. Ontem a análise era de que seria pior votar apressadamente.
"Para votar o relatório neste ano, ele precisaria ser apresentado até setembro. Mas houve uma grande intervenção do governo por conta da questão do investimento em educação", disse o coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara. "Mas votar a toque de caixa seria pior", completa.
"O plano ainda tem algumas distorções que precisam ser corrigidas, como não deixar claro quem paga a conta pelos investimentos", disse o deputado Izalci. "Por isso vamos melhorar esse plano no ano que vem".

Academia de Letras do Sul e Sudeste Paraense


A Academia original foi uma escola fundada em 387 a.C., próxima a Atenas, pelo filósofo Platão. Nessa escola, dedicada às musas, onde se professava um ensino informal através de lições e diálogos entre os mestres e os discípulos, o filósofo pretendia reunir contribuições de diversos campos do saber como a filosofia, a matemática, a música, a astronomia e a legislação. Seus jovens seguidores dariam continuidade a este trabalho que viria a se constituir num dos capítulos importantes da história do saber ocidental.
A escola era formada de uma biblioteca, uma residência e um jardim. Pela tradição, este jardim teria pertencido a Academus – herói ateniense da guerra de Tróia (século XII a.C.), e por isso era chamado de “academia.”
Essa tradição que deu origem a todas as academias e universidades do Ocidente foi interrompida com o seu fechamento pelo imperador romano Justiniano em 529 d.C.
A partir da Renascença italiana diversas academias de poetas e artistas se estabeleceram na Itália e na França nos séculos XIII e XIV e a partir de então elas proliferaram em todo o mundo.
A Academia Francesa – que serviu de modelo à Academia Brasileira – foi fundada, em 1635, por iniciativa do Cardeal Richelieu que obteve a autorização para seu funcionamento do rei Luís XIII, com a principal finalidade de tornar a língua francesa “pura, eloqüente, e capaz de tratar das artes e ciências.”
Mas qual será mesmo o papel fundamental de uma Academia de Letras?
É o nosso mestre Machado de Assis que o descreve:
“A Academia, trabalhando pelo conhecimento [...], buscará ser, com o tempo, a guarda da nossa língua. Caber-lhe-á então defendê-la daquilo que não venha das fontes legítimas, – o povo e os escritores, – não confundindo a moda, que perece, com o moderno, que vivifica. Guardar não é impor; nenhum de vós tem para si que a Academia decrete fórmulas. E depois, para guardar uma língua, é preciso que ela se guarde também a si mesma, e o melhor dos processos é ainda a composição e a conservação de obras clássicas.”
Foi, não só com esse intuito, de guardar e preservar, mas também de divulgar a arte literária, que foi criada em 26 de setembro de 2008 a Academia de Letras do Sul e Sudeste Paraense.
A Academia, com sede provisória na Fundação Casa da Cultura de Marabá, tem por fim a difusão da cultura, da língua e da literatura nacional e funciona de acordo com as normas estabelecidas em seu Regimento Interno. A academia busca reunir escritores da região com intenção de difundir a literatura e o hábito da leitura, promover concursos literários e propiciar a publicação de obras literárias de importância para a região.
Assim que criado o Estado de Carajás a ALSSP passará a chamar-se Academia de Letras de Carajás.
Hoje a nossa Academia de Letras é composta por quinze membros efetivos e perpétuos, com acadêmicos de Parauapebas, Eldorado dos Carajás, Rondon do Pará, Itupiranga e Marabá. Temos a intenção de ampliar o número de acadêmicos contemplando também outros municípios da região. A Academia é ainda composta por cinco acadêmicos honorários, sendo três de Marabá, um de Eldorado dos Carajás e um de Itupiranga. Compõem também a Academia, quinze membros correspondentes com representantes no Estado do Pará em Belém, São João do Araguaia, Conceição do Araguaia e Altamira, bem como correspondentes em Araguatins no Estado do Tocantins, em Campestre e Carolina no estado do Maranhão, em Taguatinga no Distrito Federal e em São Paulo.
A Academia de Letras do Sul e Sudeste Paraense caminha a passos firmes contribuindo de forma efetiva para a consolidação da Cultura Literária em nosso Estado e particularmente em nossa Região
São acadêmicos efetivos da Academia de Letras do Sul e Sudeste Paraense: Cadeira nº01 João Brasil Monteiro; Cadeira nº02 Noé Von Atzingen; Cadeira nº03 Eduardo Castro de Lima; Cadeira nº04 Adalgiza Mª. S. Junes; Cadeira nº05 Reunivan Tocantins; Cadeira nº06 Pedro Cláudio Reis (in memorian); Cadeira nº07 Ademir Braz; Cadeira n°08 Jorge Washington; Cadeira nº 09 Rosa Maria Peres Lima; Cadeira nº 10 Terezinha Guimarães; Cadeira nº11 Vânia Ribeiro Andrade; Cadeira nº12 José Maria Lopes de Carvalho; Cadeira nº13 Marquinhos Leal; Cadeira nº14 Helena Dalva e Cadeira nº15 Charles Trocate (foto).

Acadêmicos Honorários: Paulo Bosco Jadão (Marabá/PA); Edna Lemos e Silva (Itupiranga/PA); Manoel N. dos Reis (Eldorado dos Carajás/PA); Mascarenhas Carvalho (Marabá/PA) e Gilson Penalva (Marabá/PA).

Acadêmicos Correspondentes: Abílio Pacheco (Belém/PA); Boleslaw Daroszewski (Araguatins/TO); Geraldo Virgínio (Campestre/MA in memorian); João neves Pereira (São João do Araguaia/PA); João de Castro (Belém/PA); Joaquim Falcão (Carolina/MA); José da Silva Brandão (Taguatinga/DF); Márcia Regina Moraes (Belém/PA); Moura Reis (Belém/PA); Paulo Sampaio (Belém/PA); Paulo Von Atzingen (São Paulo/SP); Rosângela Emerique (Altamira/PA); Isaú Coelho Luz (Conceição do Araguaia/PA); Cleomar Carvalho (Conceição do Araguaia/PA) e Wagno Lima (Conceição do Araguaia/PA).

Texto: Noé von Atzingen, Presidente da Fundação Casa da Cultura de Marabá