Mostrando postagens com marcador NOTÍCIAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador NOTÍCIAS. Mostrar todas as postagens

21 de mar. de 2013

Lançamento do Pacto Nacional Pela Alfabetização na Idade Certa


Ocorreu nesta quarta feira 20 através da Secretaria de Educação da Prefeitura de Eldorado do Carajás  a solenidade de lançamento do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) no município. O programa que pretende assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os 8 anos de idade. Os principais eixos do pacto são a formação continuada de professores alfabetizadores, distribuição de materiais didáticos e pedagógicos, avaliações, gestão, controle social e mobilização.

Durante o evento, o coordenador do PNAIC em Eldorado, José Carlos, apresentou o programa aos mais de 120 professores alfabetizadores e autoridades municipais, como o prefeito, Divino Alves Campos, vice Francis Lopes de Souza,  presidente do Poder Legislativo, Valmir Gomes Solidades, Secretário de Educação, Adão José Ferreira, secretários municipais, alguns vereadores, Gestores e Coordenadores escolares.

Contamos também com a presença dos Representantes do (PACTO) de Parauapebas  os Professores : Maria Lago , Edson , Rogério e Ivanilde .











Foram apresentadas no lançamento as professoras orientadoras Elis Regina, Alessandra Freitas, Cíntia Cavalcante dos Santos, Inapoam Meneses, Elisangela Silva e Raquel Lima que irão auxiliar na formação continuada mensal dos mais de 120 professores alfabetizadores. “O foco da formação será na alfabetização, interdisciplinaridade e inclusão”, explicou Jose Carlos . Segundo ele, em 2013, o tema do trabalho é alfabetização e letramento e, em 2014, será a matemática.

O Pacto -Conforme o Ministério da Educação (MEC), o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é um compromisso formal assumido pelos governos federal, do Distrito Federal, dos estados e municípios de assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do 3º ano do ensino fundamental para todas as crianças, independente das condições de vida, saúde, condição social a qual pertença. Aderindo ao Pacto, os municípios se comprometem a alfabetizar todas as crianças em língua portuguesa e em matemática; e realizar avaliações anuais universais, aplicadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP), junto aos concluintes do 3º ano do ensino fundamental.






7 de mar. de 2013

Eldorado dos Carajás realizará abertura do Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa

O Governo Municipal  através da Secretaria de Educação, realizará na próxima quarta feira 20 do corrente mês a abertura do Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa – PNAIC, no Centro Comunitário Bom Pastor a parti das 09h00minh.
O programa é uma iniciativa do Governo Federal em parceria com os municípios, e tem o objetivo de alfabetizar em Língua Portuguesa e Matemática, alunos até o 3º ano do Ensino Fundamental, e todas as crianças das escolas municipais e estaduais, urbanas e rurais, brasileiras.
O Público contemplado para participarem da abertura são todos os Gestores Municipais, Coordenadores e Professores do 1º, 2º e 3º ano do Ensino Fundamental.

Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa


O que é o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa?

O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é um compromisso formal assumido pelos governos federal, do Distrito Federal, dos estados e  municípios de assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os  oito anos de idade, ao final do 3º ano do ensino fundamental.

6 de mar. de 2013

Casa do Professor de Eldorado do Carajás


Casa do Professor

        Um espaço que articula ações da rede municipal de educação com foco na formação pessoal e profissional, agregando valor aos educadores da equipe local.
  







NOVO ENDEREÇO
Rua:  Rio Vermelho   nº 13
Setor 4  Km 100 ( próximo a Escola Municipal de Ensino Infantil Dona Geralda  ) 

17 de fev. de 2011

Lista de professores de Eldorado do Carajás selecionados para o Parfor

 

Secretaria de Estado de Educação do Pará divulgou, semana passada, a lista de docentes da educação básica selecionados para o Plano Nacional de Formação de Professores (Parfor). Trata-se da quarta etapa do plano, para a qual as instituições públicas de ensino superior ofertaram 5.590 vagas no Estado em 22 licenciaturas oferecidas em Belém e em 49 municípios do interior.

Até o dia 31 de janeiro, ocorreram as validações das inscrições na Plataforma Freire. As secretarias estaduais e municipais de educação foram as responsáveis pelo processo. Em seguida, elas enviaram as listas dos professores escolhidos às instituições de educação superior (IES) de cada estado e cada IES possui seu próprio calendário e processo de seleção. Abaixo os professores selecionados:

PLANO DE FORMAÇÃO DOCENTE DO ESTADO DO PARÁ – PARFOR

SELECIONADOS 1° SEMESTRE DE 2011

NOME

CURSO

INSTITUIÇÃO

POLO

EDNALDO ALVES DE SOUZA

ED. FÍSICA

UEPA

PARAUAPEBAS

GLAUCIA BETANIA S. DO CARMO

LETRAS

EAD

UFPA

PARAUAPEBAS

JUNIOR OLIVEIRA RODRIGUES

LETRAS

EAD

UFPA

PARAUAPEBAS

MARIA DELIA SOUSA MACEDO

ED. FÍSICA

UEPA

PARAUAPEBAS

ZULEIDE ALMEIDA MORENO

LETRAS

EAD

UFPA

PARAUAPEBAS

ANTONIO JACINTO FERREIRA

LÍNGUA PORTUGUESA

UEPA

MARABÁ

JOVENAL MEIRA DE ALMEIDA

MATEMÁTICA

UEPA

MARABÁ

MARIA DE FATIMA GOMES MAGALHAES

PEDAGOGIA

UFPA

MARABÁ

No Pará, não há vestibular, é preciso apenas que o professor esteja atuando em sala de aula. Os cursos têm a duração de três anos e meio a quatro anos e acontecem aos finais de semana, no período em que os professores estão de recesso das suas atividades na escola. Ao final da graduação, os alunos receberão o diploma de curso superior. Dessa forma, estarão aptos a desenvolver novas experiências pedagógicas e a formar melhor os estudantes do País. Os cursos são ministrados por professores universitários, convidados para irem até os municípios executar o projeto pedagógico criado para cada curso.
Entre as vagas ofertadas no estado para o primeiro semestre de 2011, a Universidade Federal do Pará (UFPA) é responsável por 2.120; a Universidade do Estado do Pará (Uepa), por 1.000; a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), por 720 vagas, e o Instituto Federal do Pará (IFPA), por 1.750. As licenciaturas ofertadas são: em ciências naturais; dança; teatro; artes visuais; música; ciências biológicas; ciências da religião; química; computação; educação física; filosofia; física; geografia; história; língua espanhola; língua inglesa; língua portuguesa; matemática; pedagogia; sociologia; educação no campo e licenciatura integrada em educação, ciências e matemática.
O Parfor tem o objetivo de capacitar 40 mil professores do Pará que não têm formação exigida em lei. Há professores ministrando aulas de disciplina diferente da de sua formação, ou mesmo sem o diploma de graduação.


Fonte: Assessoria de Imprensa da Capes

16 de fev. de 2011

15 de fev. de 2011

Segunda etapa do Censo Escolar começou dia 1º de fevereiro


A partir de 1º de fevereiro, todas as escolas de educação básica do País começaram a informar ao Censo Escolar o movimento (transferência e reingresso) e o rendimento (aprovação ou reprovação) de cada um de seus alunos no final do ano letivo de 2010. Este levantamento faz parte da segunda etapa da coleta de dados iniciada no ano passado e reunirá informações de 194.939 escolas.

O lançamento das informações deverá ser feito pelas escolas até 11 de março no módulo “Situação do aluno”, que se encontra na página eletrônica do Educacenso, no endereço eletrônico www.educacenso.inep.gov.br.
O Educacenso funciona como uma espécie “radiografia do sistema educacional brasileiro”, concentrando dados individualizados de cada estudante, professor, turma e escola de todo o país, tanto das redes públicas (federal, estaduais e municipais) quanto da rede privada.
“Estes dados são fundamentais para termos conhecimento do rendimento escolar dos estudantes da educação básica, para o acompanhamento das metas do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), e para o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) – indicadores importantes para balizar ações na melhoria do ensino brasileiro,” afirma a diretora do Departamento de Planejamento (Deplan) da Secretaria Estadual da Educação (SEC), Doloris Ocampos.
O Censo Escolar da educação básica coleta as informações tendo como referência a última quarta-feira do mês de maio. Neste ano, os dados serão divulgados na página eletrônica do Inep, no dia 14 de março. Desse dia até 31 do mesmo mês, o sistema será reaberto para que as escolas procedam às necessárias retificações. A divulgação final está prevista para o dia 12 de abril.
Fonte: Portal do Inep.

7 de fev. de 2011

Primeira prova nacional para professores será em 2012, diz Haddad


Em entrevista ao iG, ministro indicado por Lula diz que Dilma não escolheria ninguém que não quisesse e fala sobre o futuro do MEC

Fernando Haddad está há sete anos no Ministério da Educação, cinco como ministro: "sou exceção"

Bacharel em direito, com mestrado em economia e doutorado em filosofia, Haddad está à frente do ministério desde julho de 2005. Antes, em 2004, havia sido secretário-executivo do então ministro Tarso Genro. Aos poucos, ganhou a confiança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com seu perfil técnico e exigente (segundo confirmam funcionários da pasta). Em inúmeros eventos públicos, Lula fez questão de tecer elogios à atuação do ministro e garantir que as melhorias no ensino foram possíveis por conta do estilo Haddad de gerenciar.
Mesmo em momentos difíceis como na aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2009, quando uma prova foi roubada, e na edição deste ano da avaliação, em que houve problemas gráficos nas provas, Lula saiu em defesa do pupilo. Em despeito às críticas, reclamações e especulações sobre a permanência de Haddad no cargo, Lula defendeu e aconselhou a presidenta eleita Dilma Rousseff a mantê-lo no Ministério da Educação. Para ele, Dilma não “aceitou” seu nome, mas o escolheu.
Para o novo período, Haddad diz que Dilma pediu atenção especial à valorização e a melhorias na carreira dos professores. No início do ano, o ministro apresentará uma proposta que, para ele, deve mexer com o valor, o papel e a remuneração dos professores. Um documento com as características consideradas essenciais para um bom professor. Essa matriz servirá para a elaboração de uma prova nacional de concurso de ingresso na carreira docente. A primeira edição deve ocorrer no primeiro trimestre de 2012.
Em entrevista ao iG, Haddad disse que aguarda o aval dos técnicos para a aplicação de duas edições do Enem no ano que vem. Garantiu que não tem expectativas políticas para depois do governo Dilma e que não pretende ficar pouco tempo na pasta. “Não sinto isso como necessidade (candidaturas políticas depois)”, afirmou. “Eu opero por projeto, não por calendário”, disse.


Confira os trechos da entrevista:

iG: Quando o senhor assumiu o ministério quais eram seus objetivos?
Fernando Haddad: Eu tenho a felicidade de, em março de 2007, ter anunciado o Plano de Desenvolvimento da Educação na presença do presidente Lula e disse como a educação estaria ao final de seu governo. Se recuperar minha apresentação, você verá que nós cumprimos rigorosamente o que pactuamos com a sociedade. Houve processo forte de expansão e interiorização da rede federal para recuperar o papel da rede para o desenvolvimento social do País. Na educação básica, a centralidade que a qualidade ganhou com um sistema de avaliação por escola, divulgação dos resultados com transparência, fixação e cumprimento das metas. Tudo isso está feito.

iG: E quais são os planos do senhor para os próximos anos?
Haddad: A presidenta Dilma incorporou ao seu discurso a ideia de que temos de atuar da creche à universidade. Pode parecer uma obviedade, mas nem sempre foi assim. A política de foco e fragmentada prevalecia sobre uma visão abrangente e sistêmica. Espero que isso seja mantido. Entendo que há três questões a serem priorizadas. A primeira é a educação infantil, porque nunca houve uma atenção do MEC em relação à qualidade da oferta, só à quantidade. O segundo é a diversificação do ensino médio, que precisa se integrar com o trabalho, a cultura e o desporto. Na perspectiva da escola de tempo integral, a integração com essas áreas é essencial para oferecer perspectivas múltiplas de atendimento ao jovem. A escola não precisa ser padrão para ser excelente. Ele pode ter excelência e ser diversa, ser múltipla.


iG: A presidente eleita fez algum pedido especial para a sua gestão à frente do ministério? 
Haddad: A questão do magistério está muito presente no discurso dela e na conversa dela comigo. Acredito que a mudança dos currículos é importante e está em curso, mas o ritmo deveria ser acelerado. Tomamos duas providências importantes e pouco discutidas. A primeira é que não é pouca coisa um país federativo fixar um piso nacional para a categoria na constituição, como fizemos. Em segundo, a União assumiu a responsabilidade pela formação gratuita dos professores, seja no Fies, na modalidade que o professor que trabalha em escola pública não paga o financiamento, seja nas universidades públicas. Isso precisa ser mais explorado. O calendário eleitoral impediu a divulgação disso. No ano que vem, queremos fazer uma forte publicidade para que os professores e os jovens que queiram ser professores tomem conhecimento que eles têm à formação.

iG: Com essas iniciativas, o senhor acredita que serão suficientes para mudar a imagem que a carreira tem entre os jovens? 
Haddad: Vamos anunciar no começo do ano a matriz de uma prova nacional de concurso para a carreira docente. Trabalhamos durante mais de dois anos nisso. Mandamos equipes para oito países no mundo para sabermos como funciona o processo de formação e de seleção de professores nesses países e concluímos que precisamos ter uma prova nacional de concurso para ingresso na carreira docente que sinalize o que se espera de um bom professor. A prova será aplicada a quem se interessar e, depois, os gestores poderão abrir editais para selecionar os docentes com as notas dessa prova. Queremos que os prefeitos e os governadores possam oferecer boas condições de carreira para atrair os melhores profissionais do Brasil. O prefeito tem pouco estímulo para reestruturar a carreira. Estamos dando as condições de eles mudarem o sistema de ensino. Essa prova vai incidir sobre as condições de carreira.



Haddad: professores serão prioridade durante governo Dilma
iG: O senhor acredita que ela vai influenciar também os cursos de graduação?
Haddad: Vai rebater na formação, evidentemente, a partir do momento que você define uma matriz que diz quais os conhecimentos que um professor deve ter. As provas têm esse fim. Os países com alto desempenho nos exames internacionais têm um excelente processo de ingresso à carreira e nós não temos isso. O estágio probatório é um expediente pouco explorado no Brasil, ao contrário do que deveria ocorrer. No caso do docente, isso é essencial. Muitas vezes você tem conhecimentos teóricos, mas a atividade exige vocação específica para o exercício da profissão. Tem um programa de incentivo à docência que está dando muito certo. Durante a licenciatura, o estudante, o professor universitário e o da escola que o recebe como estagiário recebem bolsas. A instituição formadora e a escola pública interagem na formação desse licenciando.Os resultados são extraordinários.

iG: A partir de quando a prova nacional vai funcionar?
Haddad: A matriz será colocar em discussão do comitê de governança no início do ano, que vai aprovar a matriz de conhecimentos que serão exigidos na prova. A partir daí, começaremos a elaboração dos itens e queremos aplicar a primeira edição no primeiro trimestre de 2012.

iG: O senhor acredita que, com isso, os melhores alunos serão atraídos para o magistério?
Haddad: É um processo. Estou surpreso com os depoimentos que recebo do programa de iniciação à docência. Ele está quebrando paradigmas. A interiorização das universidades também vai mexer nisso. As possibilidades para os jovens que querem exercer a profissão serão ampliadas.

iG: O novo Plano Nacional de Educação, que será discutido no Congresso em 2011, trouxe metas antigas e ainda difíceis de serem superadas pelo País, como o analfabetismo. É possível erradicá-lo? Seria preciso adotar algum tipo de incentivo financeiro para isso?
Haddad: Estamos falando de pessoas com idade média de 55 anos. É uma dívida que temos com a população que não teve oportunidade educacional na idade correta, mas realmente é uma tarefa muito complexa. Essa população está dispersa pelo território, mora no campo, tem idade avançada e problemas de visão. O esforço terá de ser combinado com ações fora as do MEC, mas tenho dúvidas sobre esse tipo de incentivo. A dificuldade esbarra em obstáculos que, muitas vezes, são instransponíveis para o indivíduo. Se não tivermos uma combinação de políticas, não dará certo. Mas estou confiante de que, em 2015, vamos reduzir a taxa para 6,7% em 2015.

iG: Olhando para trás, o senhor se arrepende de alguma decisão que tomou em relação ao Enem? Acredita que deveria ter esperado o banco de itens ser ampliado para lançar duas ou mais edições em um mesmo ano e evitar dores de cabeça? 
Haddad: Eu não vejo esses episódios com o grau de dramaticidade que a imprensa costuma reportar. Tivemos um episódio de falta de segurança em uma gráfica, que é a maior do País. O MEC adiou a prova para fazê-la com segurança e corrigiu um problema do setor privado. O episódio deste ano, de abrangência muito menor, com outra gráfica, que é uma multinacional com faturamento de US$ 20 bilhões no mundo, foi um equívoco causado por excesso de segurança. O procedimento que atrapalhou o controle de qualidade dos lotes foi a impressão das provas sem que o operador da máquina visse o que estava sendo impresso. O setor corrigiu um erro do setor privado novamente. Erros poderão acontecer em uma prova de escala como essa. Estamos em uma construção e essas gráficas vão se preparar melhor. Quanto mais concorrentes tivermos, melhor para contratação do poder público.

iG: No ano que vem já teremos duas edições do Enem?
Haddad: Falta uma reunião com os parceiros para que eles atestem a capacidade técnica de realizar duas edições. Em caso positivo, a decisão política está tomada. Se eles derem sinal verde, teremos duas edições. Quanto mais edições melhor.

iG: Nesses dois momentos, as críticas foram tão grandes e houve muita gente dizendo que o senhor não continuaria no ministério. O que o senhor sentiu?
Haddad: Fiquei um mês sem ler jornal, assistir TV e ouvir rádio. O que eu fazia era ligar no telefone 0800 do MEC, que recebe as reclamações. Perguntava como estavam as coisas e me diziam que não estava calmo. Então pensei, vamos resolver. O Brasil real está conectado pelo telefone com o Ministério da Educação. Então eu me desliguei do resto. Com o Brasil real, a questão era contornável.

iG: Podemos esperar outro Plano de Desenvolvimento da Educação para o ano que vem?
Haddad: Esse foi o nome que demos para o Plano Plurianual da Educação, que no ano que vem terá de ser refeito. O Plano Nacional da Educação terá de ser traduzido nos planos plurianuais da União, de Estados e de municípios.



Haddad sobre tempo no governo Dilma: "opero por projeto, não por calendário"
iG: O presidente Lula pediu à Dilma que o senhor ficasse no ministério. O senhor se sentiu constrangido em algum momento, pensando se ela queria realmente que ficasse?
Haddad: Conhecendo a presidenta como eu conheço, eu convivo com ela há cinco anos, posso te garantir que uma coisa é ouvir a opinião, e ela fez questão de frisar que a opinião do presidente conta e pesa, mas eu tenho certeza de que a presidenta Dilma não tomou nenhuma decisão por constrangimento. Sobretudo no meu caso. Eu estou há sete anos no MEC, cinco e meio como ministro e eu já me programava para voltar para São Paulo.

iG: Os críticos dizem, em relação aos ministérios compostos por Dilma, que as escolhas foram feitas para pouco tempo. O senhor pretende ficar os quatro anos?
Haddad: Eu não entendo que as coisas funcionem assim.Em primeiro lugar, mudança ministerial é a coisa mais corriqueira do mundo em qualquer governo. Quantos ministros da Educação completaram um único mandato? Quatro, antes de mim. Eu estou no terceiro. Já estou na conta da exceção. Eu opero por projeto e não por calendário. O que está em pauta e qual o tempo de maturação do projeto é a dinâmica do governo que vai determinar.

iG: E o senhor esperava ter recebido mais apoio do PT para a sua permanência no cargo?
Haddad: Eu acompanhei isso pelos jornais. Isso nunca aparecia de maneira clara. Os comentários eram sempre anônimos e é muito difícil especular sobre essa questão. Não chegou ao meu conhecimento uma objeção de alguém, com nome e sobrenome. Isso não aconteceu em 2006, nem agora.

iG: O senhor foi cogitado para concorrer ao governo de São Paulo, não foi? Desistiu? O senhor não tem interesse nesse caminho?
Haddad: Foi mais especulação. Não fiz nenhum movimento para isso. Minha atenção nunca ficou voltada para isso. Nunca raciocinei nessas bases. Estou reiniciando um trabalho e acredito que a educação é um pouco incompatível com eleição. Particularmente, não acho uma combinação feliz. Não sinto isso como necessidade.


6 de fev. de 2011

Seduc promove reunião de adesão dos municípios ao Programa Mais Educação


Local:Na UEPA, no Centro de Ciências Sociais e Educação, na Sala de Recitais do Bloco IV
Endereço:Travessa Djalma Dutra s/n- Bairro do Telégrafo
Horário:07/02/2011 às 08:00
Contatos:Ascom/Seduc (3201-5181/5182)


A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) promove nos próximos dias 7 e 8 uma reunião com os secretários municipais de educação para definir a adesão dos municípios ao Programa Mais Educação. A reunião, que acontece na Universidade Federal do Pará (Ufpa), com a participação de cerca de 100 pessoas, contará com a participação da técnica do Ministério da Educação (MEC), Tânia Pasqualini, além do secretário adjunto de ensino, Cláudio Ribeiro, e da diretora de Educação para a Diversidade, Inclusão e Cidadania (DEDIC), Aldeise Gomes Queiroz.

O Programa “Mais Educação”, criado pelo MEC, procura atender as escolas que apresentaram resultados insatisfatórios no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) no Pará e conta com o apoio das Secretarias Estaduais e Municipais de Educação para garantir a sua aplicação e manutenção nas unidades educacionais. É desenvolvido de diferentes formas, envolvendo arte, cultura, esporte, lazer, ciência, entre outros temas, que são desenvolvidos paralelamente ao conteúdo escolar.

Fonte:Agência Pará de Notícias

2 de fev. de 2011

UFPA entrega ao MEC projeto de criação da Unifesspa



ufpa-logo
A Universidade Federal do Pará entregou à Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação o projeto, revisado e reformulado, de criação e implantação da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa). O documento foi entregue pelo pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento da UFPA, professor doutor Erick Nelo Pedreira, em solenidade realizada em Brasília, no dia 31/01/2011. 
Abrangência - A implantação da Unifesspa representa o resultado do desmembramento do Campus de Marabá da UFPA. O projeto inicial abrigará um total de 59 cursos, sendo 36 em Marabá, 8 em Parauapebas, 8 em Rondon do Pará e 7 em Xinguara. As principais áreas de abrangência serão engenharias, ciências sociais, ciências humanas, da educação, linguísticas, da saúde, biológicas, socioeconômicas, jurídicas e exatas.

No total, devem ser ofertadas 2.170 vagas, e há a estimativa de ser contratado um quadro de pessoal com 755 docentes e 436 técnico- administrativos em educação, todos distribuídos nas unidades e subunidades dos quatro campi.

A futura universidade deverá estar totalmente implantada em quatro anos, a partir da liberação dos recursos. O orçamento previsto é de R$ 554, 5 milhões e envolve a previsão para pessoal, custeio e capital.


Inovação - “O projeto de criação da Unifesspa é inovador, fruto de uma sólida parceria entre o setor público (federal e estadual) e o privado”, explica o pró-reitor Erick Pedreira. O setor público está representado, na esfera federal, pelo Ministério da Educação e pela Universidade Federal do Pará (UFPA), instituição que deu origem à Unifesspa; na esfera estadual, pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia e pela Secretaria de Estado de Educação. Já o setor privado será representado pela Companhia Vale, instituição parceira da UFPA desde o início do projeto de expansão do Campus de Marabá.  A Vale deverá contribuir com parte dos investimentos em infraestrutura da Unifesspa e em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos no Parque de Ciência e Tecnologia, que deve ser implantado em Marabá.



Aprovação - Após a entrega do projeto à Sesu, a proposta deverá seguir a tramitação ordinária em suas várias instâncias, passando pelo crivo das comissões permanentes do Congresso Nacional, pelas discussões, revisões, pela votação e sanção ou veto presidencial. Se for sancionado pelo presidente, o projeto de lei será convertido em lei e será feita sua publicação, ato  pelo qual se leva ao conhecimento público a existência da lei obrigatória em todo o território nacional, criando, assim, a Unifesspa.



Fonte: Assessoria de Comunicação da UFPA

13 de jan. de 2011

14º Salário para Professores

Você é a favor ou contra o pagamento de décimo quarto salário para os professores da rede pública? 
http://t0.gstatic.com/

Esta é a pergunta da enquete no site do Senado Federal a respeito de um Projeto de Lei (PLS 319/08), ainda não votado, que prevê um salário extra aos docentes.
O PL foi apresentado pelo Senador Cristovam Buarque para garantir o pagamento de décimo-quarto salário, em dezembro, aos professores das redes públicas de ensino, condicionado à comprovação de melhoria de desempenho docente.
A iniciativa determina que o benefício é devido aos profissionais da educação básica pública dos entes federados que elevarem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) de sua escola em pelo
menos 50%, bem como àqueles que apresentarem escore 7 nesse indicador de desempenho, caso em que a concessão do benefício será automática.
No mais, o projeto estipula que o décimo-quarto salário deve ser pago até o final do semestre subsequente ao da publicação dos resultados do IDEB.

Você pode acessar a página, votar e conferir a pesquisa de opinião pública: http://www.senado.gov.br/noticias/OpiniaoPublica/votar_enquete.asp

11 de jan. de 2011

Fórum eldoradoeduca.forumbrasil.net

Você sabia que podemos manter um debate sobre tudo que está postado nesse blog?
Agora é só acessar o link e participar: http://eldoradoeduca.forumbrasil.net.
Seja bem-vindo!
Estamos lhe aguardando.

5 de jan. de 2011

Choque no cérebro melhora habilidade matemática

Crianças, não façam isso em casa

Se você é daqueles que tremem só de ouvir falar em matemática, seus problemas acabaram. Desde que você não trema ainda mais com a ideia de levar um choquezinho no cérebro, é claro. Cientistas da Universidade de Oxford, na Inglaterra, descobriram que aplicar uma corrente elétrica leve no lobo parietal – uma região do cérebro, segundo os caras, crucial para a “competência numérica” – pode aumentar a habilidade matemática de uma pessoa, sem prejudicar outras funções mentais. O estímulo elétrico (que é levinho e não dói) é direcionado para aumentar ou diminuir a atividade dos neurônios conforme convier. No estudo, voluntários que receberam o “choque” por seis dias perderam o pavor dos números e passaram a ter mais facilidade nas contas – efeito que perdurou por seis meses. “Eu certamente não estou recomendando que as pessoas saiam por aí se dando choques, mas estamos extremamente animados com o potencial de nossas descobertas”, diz o líder do estudo, Roi Cohen Kadosh.

Fonte: Revista Super Interessante

3 de jan. de 2011

Projeto Rondon em Eldorado do Carajás


14/01/2011 - Projeto Rondon (Operação Carajas-2011)

O Projeto Rondon é uma ação do governo federal, coordenada pelo Ministério da defesa, que conta com a participação da Secretária-Geral da Presidência da Republica e dos Ministérios do Desenvolvimento Agrário, do Desenvolvimento Social e Combate a fome, da Educação, do Esporte,da Integração Nacional, do Meio Ambiente e da Saúde.
O Projeto Rondon viabiliza o trabalho voluntário de professores e Estudantes Universitários no município, contribuindo para seu desenvolvimento. Ao mesmo tempo, permite aos universitários conhecer de perto a realidade brasileira e sentir os anseios da população.
Quais ações o Projeto realiza?
O modelo atual do Projeto Rondon prioriza ações que tragam benefícios duradouros para as comunidades relacionadas principalmente com a promoção da cidadania, a melhoria do bem-estar social, a capacitação da gestão pública e a promoção do desenvolvimento local sustentável.
A Operação Carajás
Esta operação ocorrerá agora em janeiro, na Região Sul do Pará, envolvendo 40 professores acompanhado 320 estudantes que irão estar presentes no período de 16 a 27 deste mês, nos seguintes Municípios: Abel Figueiredo, água azul do Norte, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado do Carajás, Ourilândia do Norte, Rio Maria, São Domingos do Araguaia, São João do Araguaia, Sapucaia, Ananás, Aragominas, Augustinópolis, Axixá do Tocantins, Babaçulândia, Esperantina, Itaguatins, São Miguel do Tocantins, Sítio Novo do Tocantins, Xambioá.(20 municípios ao total).
Fonte: 52º Batalhão de Infantaria da Selva