22 de ago. de 2011

Livros didáticos que serão distribuídos às escolas públicas em 2012 custaram R$ 1,1 bilhão

livros

As escolas recebem um guia do livro didático com os títulos disponíveis e escolhem as obras que querem receber

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação(FNDE) encerrou a negociação da compra de 162,4 milhões de livros que serão distribuídas às escolas da rede pública no ano que vem. O custo total da aquisição foi R$ 1,1 bilhão – a maior compra de livros já feita pelo órgão, que é uma autarquia do Ministério da Educação(MEC). As redes de ensino começam a receber as obras em outubro. A entrega vai até fevereiro de 2012.

Para o próximo ano, o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) adquiriu livros para todas as disciplinas do ensino médio, além de 70 milhões de exemplares de reposição para o ensino fundamental. É o primeiro ano em que os alunos do ensino médio vão receber livros de espanhol, inglês, filosofia e sociologia. Cada obra deve ser usada durante três anos consecutivos. Ao todo, foram adquiridos 2.108 títulos diferentes.

Vinte e quatro editoras tiveram obras selecionadas. O material é apresentado a comissões de especialistas das universidades federais que selecionam as obras a partir de critérios estabelecidos pelo programa, como, por exemplo, a coerência com o currículo escolar. Em seguida, as escolas recebem um guia do livro didático com os títulos disponíveis e escolhem as obras que querem receber. A partir desse levantamento é que os títulos são adquiridos.

O valor de cada exemplar adquirido para 2012 variou entre R$ 5,45 e R$ 28,94. O preço varia de acordo com o número de páginas da obra e a quantidade de exemplares encomendados. A Editora Ática será a maior fornecedora do PNLD 2012, com 33 mil exemplares, ao custo de R$ 194 milhões. Em seguida, aparecem as editoras Saraiva, que receberá R$ 205 milhões por 30,8 mil exemplares, e Moderna, com 30,6 mil publicações ao custo de R$ 220 milhões. As menores fornecedoras são as editoras Fapi e Aymará, com 5 mil e 1,4 mil exemplares, respectivamente.

- Mesmo no caso do livro com preço mais alto, ainda é menor do que aquele que o consumidor compra na livraria. É o ganho de escala que o FNDE tem. Além de ser uma compra direta com a logística otimizada, o livro chega à escola sem nenhum intermediário. Não há custo com vendedor ou outros custos que estão envolvidos no mercado livreiro quando a obra vai para o consumidor comum, diz Rafael Torino, diretor de Ações Educacionais do FNDE.

Para receber as obras, é necessária a adesão das escolas ao Programa Nacional do Livro Didático  até 2009, a entrega dos livros era feita a todas as redes de ensino, ainda que não houvesse solicitação formal. Atualmente, todos os estados e 97% dos municípios estão inscritos no programa.

Fonte: Correio do Brasil

20 de ago. de 2011

SEMECD realiza Gincana Estudantil 2011

No último sábado, 13/08, ocorreu em Eldorado do Carajás a III GINCANA ESTUDANTIL com o tema: “As belezas do nordeste brasileiro”. Com o apoio da Prefeitura Municipal, a SEMECD  reuniu toda a comunidade escolar para comemorar o dia do estudante em grande estilo, onde cada escola defendeu um estado nordestino, de posse de informações sobre sua cultura, suas atividades econômicas, suas belezas turísticas, suas riquezas, bem como sua importância para todo o território brasileiro. Tais temas foram sorteados ainda no primeiro semestre.

As equipes disputaram os primeiros lugares em 10 provas: Caça ao tesouro (circuito), conhecimentos gerais, dança típica do estado, personagem folclórico do estado, hino do estado (declamado), apresentação da bandeira do estado, apresentação de um ponto turístico, desfile de trajes típicos, desfile do garoto e garota estudantil. Por ordem de sorteio, os estados foram selecionados pelas equipes e cada uma com sua cor, da seguinte forma:

 

EQUIPES

ESTADOS

CORES

Polo Castanheira

Bahia

Azul claro

EMEF Antonio José Barreto

Paraíba

Lilás

Polo 17 de Abril

Alagoas

Azul escuro

Polo Pedra Furada

Pernambuco

Verde escuro

EMEF Ouro Verde

Sergipe

Marron

EMEFBenevídia Gomes

Maranhão

Verde claro

EMEFJoércio Barbalho

Piauí

Vermelho

EMEF Ogilvanise M. Moura

Pernambuco

Vinho

EMEF Eldorado

Maranhão

Amarelo

EMEF Francilândia

Bahia

Laranja

Polo Gravatá

Ceará

Rosa

EMF Construindo Conhecimento

Sergipe

Preto

As provas foram bastante disputadas e o público estava super animado. Estiveram presentes no evento o nosso Prefeito Srº Genival Diniz, o Secretário de Educação Srº Jocélio da Costa Veira, o Secretário de Administração Srº Manoel Coelho, o Procurador Geral Srº Miramny Santana Guedêlha (que estava como jurado), além dos diretores das escolas e polos (zona urbana e rural), alunos, professores e demais funcionários da educação. No final os resultados foram os seguintes:

Garoto estudantil 2011: Escola Eldorado

Garota estudantil 2011: Escola Francilândia

EQUIPES CAMPEÃS

1º LUGAR : EMEF ELDORADO

2º LUGAR: EMEF OGILVANISE MOREIRA DE MOURA

3º LUGAR: EMEF OZIEL ALVES PEREIRA (VILA 17 DE ABRIL)

O Secretário de Educação Profº Jocélio Vieira parabeniza a todas as escolas, pois as mesmas tiveram uma dedicação ímpar e abrilhantaram o evento, assim como agradece a participação de todos e o empenho dos servidores desta secretaria por mais um evento realizado com sucesso.

Confira as imagens do evento:

DSC05784 DSC05785 DSC05787 DSC05788 DSC05789DSC05790  DSC05791 DSC05792 DSC05796 DSC05797 DSC05798 DSC05802 DSC05805 DSC05806 DSC05807 DSC05833 DSC05834 DSC05836 DSC05839   DSC05843 DSC05858 DSC05873 DSC05875 DSC05877 DSC05878 DSC05879 DSC05880 DSC05882 DSC05883 DSC05885 DSC05887 DSC05888 DSC05890 DSC05891 DSC05896 DSC05897

Foi um sucesso!!

17 de ago. de 2011

Liberados R$ 87 milhões para escolas públicas de todo o país

Recursos de R$ 87,06 milhões do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) estão à disposição de associações de pais e mestres (APM) ou conselhos escolares das instituições públicas de ensino de todo o país. O repasse é responsabilidade do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
O orçamento do PDDE para este ano é de R$ 1,5 bilhão. O dinheiro repassado às escolas deve ser aplicado na contratação de serviços e na aquisição de materiais permanentes e de consumo necessários à realização das atividades escolares. Pode ser usado também no ressarcimento de despesas com transporte e alimentação de monitores.
Os valores transferidos podem ser conferidos em detalhes na página eletrônica do FNDE.


Fonte: Assessoria de Comunicação Social do FNDE

Novas universidades e institutos federais vão abrir 850 mil vagas

 

Dilma espera que o país forme quadros capazes de atender setores de alta tecnologia. (Foto: Wanderley Pessoa)

A abertura de 250 mil vagas de ingresso nas universidades federais e de 600 mil matrículas nos institutos federais de educação, ciência e tecnologia, em 2014, é um dos resultados que a presidenta da República, Dilma Rousseff, espera alcançar com a terceira fase da expansão universitária e profissional, anunciada nesta terça-feira, 16.
O acesso à educação e ao conhecimento, segundo a presidenta, deve ser maciço, inclusivo e sistemático, para que jovens e trabalhadores possam dele se beneficiar em todos os recantos do país. O esforço do governo federal, na sua visão, busca superar décadas de atraso e preparar a nação para o futuro.
“Em dois anos, só a Petrobrás vai gerar uma demanda de 230 mil técnicos em petróleo e gás”, explicou Dilma. Mas o Brasil, avisou, também precisa de quadros preparados para atender setores internacionais de alta tecnologia que estão aqui chegando.
A terceira etapa da expansão da educação superior compreende a criação de quatro universidades federais que serão instaladas no Pará, no Ceará e na Bahia e a abertura de 47 câmpus universitários. Desses câmpus, 20 serão instalados até 2012 e os outros 27, até 2014. Já a expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica terá 208 novas unidades, distribuídas em municípios dos 26 estados e no Distrito Federal.
Para executar o programa, o governo federal vai investir cerca de R$ 7 milhões por unidade de educação profissional e R$ 14 milhões no caso de câmpus universitário. Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, esse é o valor mínimo para iniciar as atividades.
De acordo com Haddad, as novas universidades, os câmpus e as unidades de educação profissional que começam a ser construídos no governo de Dilma Rousseff atendem critérios técnicos de reparação de uma injustiça histórica de muitas décadas, que isolou populações do acesso à educação e ao conhecimento.
“A terceira fase da expansão universaliza o atendimento aos Territórios da Cidadania”, explicou, “que são áreas de concentração populacional com pouco acesso aos bens mais necessários.”
Segundo Haddad, dos 120 territórios da cidadania, 117 serão atendidos agora. Os três restantes, que têm população menor, serão incluídos na próxima etapa. O G 100, grupo que reúne 103 cidades com mais de 80 mil habitantes e menos de R$ 1 mil de investimento per capita por ano, também será beneficiário da expansão. Segundo o ministro, 83 cidades do G 100 estão incluídas. “Promover a educação, a saúde, a cultura, somando esforços de diversos ministérios, foi o caminho escolhido pelo governo federal para erradicar a pobreza.”
Critérios – Para definir o número de câmpus universitários e de escolas de educação profissional por estado, o governo federal orientou-se por uma série de critérios, entre os quais estão os baixos índices de desenvolvimento da educação básica (Ideb) e a porcentagem de jovens de 14 a 18 anos nas séries finais do ensino fundamental. Na escolha dos municípios a serem contemplados, considerou a universalização do atendimento aos territórios da cidadania, a alta porcentagem de extrema pobreza, municípios ou microrregiões com população acima de 50 mil habitantes e os municípios com arranjos produtivos locais (Apl).

Fonte: MEC

11 de ago. de 2011

Dilma confirma Universidade do Sul e Sudeste no Pará

image Presidente Dilma Rousseff

A presidente Dilma Rousseff anuncia, na próxima terça, 16, a criação de novas universidades federais, entre elas, o novo campus de Ananindeua e a Universidade Federal do Pará no Sul e Sudeste do Estado. O reitor da UFPA, Carlos Maneschy, esteve ontem em Brasília tratando dos detalhes da criação no Ministério da Educação (MEC). A cerimônia de lançamento vai ser realizada no Palácio do Planalto.
O MEC está finalizando as propostas, que vão detalhar o valor global do investimento. A expansão da rede federal de ensino superior foi precedida de um levantamento, em todo país, da oferta de vagas em faculdades públicas. Esse número foi comparado com o tamanho da população. Pará, Ceará e Bahia estão entre os Estados que serão escolhidos para sediar as novas universidades. Santa Catarina é outro que pode aparecer na lista.
O MEC informa que a proposta está em fase de elaboração, mas não fornece detalhes. Além de criar universidades, o governo deverá lançar novos campi em instituições já existentes. A expansão dará continuidade ao projeto iniciado no governo Lula, que criou 14 universidades - algumas delas a partir de desmembramentos ou da federalização de instituições já existentes.

exibir (1)
Com relação ao projeto de criação da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), no qual nossos deputados estão engajados, este foi classificado pelo MEC como de alta relevância social e de excelente qualificação técnica.

image

Deputada estadual Bernadete, Ministro da Educação, Fernando Haddad e deputado federal, Zé Geraldo.


A implantação da Unifesspa representa o resultado do desmembramento do Campus de Marabá da UFPA. O projeto inicial abrigará um total de 59 cursos, sendo 36 em Marabá, oito em Parauapebas, oito em Rondon do Pará e sete em Xinguara. As principais áreas de abrangência serão engenharias, ciências sociais, ciências humanas, da educação, linguísticas, da saúde, biológicas, socioeconômicas, jurídicas e exatas. No total, devem ser ofertadas 2.170 vagas, e há a estimativa de ser contratado um quadro de pessoal com 755 docentes e 436 técnico-administrativos em educação, todos distribuídos nas unidades e subunidades dos quatro campi. A futura universidade deverá estar totalmente implantada em quatro anos.
A proposta de criação de um novo campus da UFPA, está incluída no plano de ampliação do ensino superior no Brasil, que tem como prioridade a instalação de mais instituições de ensino superior em regiões metropolitanas com mais de um milhão de habitantes. No final do governo Lula, o MEC aprovou um plano de expansão do ensino superior para os próximos 20 anos.

Veja como ficará:

Campus de Marabá

Serão 7 unidades no Campus de Marabá:

I – Instituto de Humanidades e Formação Docente;
II – Instituto de Ciências Sociais Aplicadas;
III – Instituto de Engenharia e Mineração;
IV – Instituto de Ciências da Vida e Saúde;
V – Instituto de Estudos Agro-Florestais;
VI – Instituto de Ciências Exatas e Naturais;
VII – Instituto de Estudos da Linguagem.

Instituto de Humanidades e Formação Docente
O Instituto de Humanidades e Formação Docente será composto pelos seguintes
cursos:
I. História.
II. Arte-Educação
III. Ciências Sociais;
IV. Geografia;
V. Educação do Campo;
VI. Pedagogia.
VII. Educação Física;
VIII. Pós-Graduação em ‘Dinâmicas Sociais e Desenvolvimento Regional’.

Instituto de Ciências Sociais Aplicadas
O Instituto de Ciências Sociais Aplicadas será composto pelos seguintes cursos:
I. Economia;
II. Direito;
III. Comunicação Social.
Instituto de Engenharia e Mineração

O Instituto de Engenharia e Mineração será composto pelos seguintes cursos:
I. Engenharia Civil;
II. Engenharia Elétrica;
III. Engenharia Mecânica;
IV Engenharia Química;
V. Engenharia de Materiais;
VI. Engenharia de Minas e Meio Ambiente;
VII. Sistemas de Informação;
VIII. Eng. da Computação;
IX. Geologia;
X. Programa de Pós-Graduação em Aproveitamento de Recursos Minerais e Novos Materiais;

Instituto de Ciências da Vida e Saúde
O Instituto de Ciências da Vida e Saúde será composto pelos seguintes cursos:
I. Enfermagem;
II. Farmácia;
III. Psicologia ;
IV. Saúde Coletiva;
V. Medicina.

Instituto Agro-florestal
O Instituto Agro-florestal será composto pelos seguintes cursos:
I. Agronomia;
II. Programa de Pós-Graduação em Agroecologia.

Instituto de Ciências Exatas e Naturais
O Instituto de Ciências Exatas e da Terra será composto pelos seguintes cursos:
I. Biologia.
II. Física;
III. Química;
IV. Matemática;
V. Ciências Naturais;

Instituto de Estudos da Linguagem
O Instituto de Estudos da Linguagem será composto pelos seguintes cursos:
I. Letras com habilitação em Língua Portuguesa;
II. Letras com habilitação em Língua Inglesa;
III. Programa de Pós-Graduação em Letras

CAMPUS DE PARAUAPEBAS


O Campus de Parauapebas será constituído por duas (2) Unidades Acadêmicas, quais sejam:
I – Instituto de Ecologia e Meio Ambiente
II – Instituto de Ciências Agrárias

Instituto de Ecologia e Meio Ambiente
O Instituto de Ecologia e Meio Ambiente será composto pelos seguintes cursos:
I. Biologia Ambiental;
II. Ecologia;
III. Ciências Naturais;
IV. Física Ambiental.
V. Química Ambiental.

Instituto de Ciências Agrárias
O Instituto de Ciências Agrárias será composto pelos seguintes cursos:
I. Agronomia;
II. Eng. Florestal;
III. Zootecnia.

CAMPUS DE RONDON DO PARÁ


O Campus de Rondon do Pará será constituído por duas (2) Unidades Acadêmicas, quais sejam:
I – Instituto de Ciências Sociais Aplicadas
II – Instituto de Letras e Línguas Estrangeiras

Instituto de Ciências Sociais Aplicadas
O Instituto de Ciências Sociais Aplicadas será composto pelos seguintes cursos:
I. Direito;
II. Administração;
III. Ciências Econômicas;
IV. Ciências Contábeis;
V. Serviço Social.

Instituto de Letras e Línguas Estrangeiras
O Instituto de Letras e Línguas Estrangeiras será composto pelos seguintes cursos:
I. Letras – Hab. Espanhol;
II. Letras – Hab. Português;
III. Letras – Hab. Inglês;

CAMPUS DE XINGUARA


O Campus de Xinguara será constituído por duas (2) Unidades Acadêmicas, quais sejam:
I – Instituto de Humanidades e Formação Docente
II – Instituto de Produção e Saúde Animal

Instituto de Humanidades e Formação Docente
O Instituto de Humanidades e Formação Docente será composto pelos seguintes cursos:
I. Pedagogia;
II. Geografia;
III. Ciências Sociais;
IV. Filosofia;
V. História.

Instituto de Produção e Saúde Animal
O Instituto de Produção e Saúde Animal será composto pelos seguintes cursos:
I. Medicina Veterinária;
II. Zootecnia.

 

Disponível em: Zé Dudu e Diário do Pará

7 de ago. de 2011

Qual é a diferença entre faculdades, centros universitários e universidades?

  • image
  • De acordo com o Decreto 5.773/06, as instituições de educação superior, de acordo com sua organização e respectivas prerrogativas acadêmicas, são credenciadas como:

          I - faculdades;

         II - centros universitários; e

         III - universidades.

  • As instituições são credenciadas originalmente como faculdades. O credenciamento como universidade ou centro universitário, com as consequentes prerrogativas de autonomia, depende do credenciamento específico de instituição já credenciada, em funcionamento regular e com padrão satisfatório de qualidade.
  • As universidades se caracterizam pela indissociabilidade das atividades de ensino, de pesquisa e de extensão. São instituições pluridisciplinares de formação dos quadros profissionais de nível superior, de pesquisa, de extensão e de domínio e cultivo do saber humano, que se caracterizam por:

          I - produção intelectual institucionalizada mediante o estudo sistemático dos temas e problemas mais relevantes, tanto do ponto de vista científico e cultural, quanto regional e nacional;

         II - um terço do corpo docente, pelo menos, com titulação acadêmica de mestrado ou doutorado;

        III - um terço do corpo docente em regime de tempo integral.

  • § 1º A criação de universidades federais se dará por iniciativa do Poder Executivo, mediante projeto de lei encaminhado ao Congresso Nacional.
  • § 2º A criação de universidades privadas se dará por transformação de instituições de ensino superior já existentes e que atendam o disposto na legislação pertinente.
  • São centros universitários as instituições de ensino superior pluricurriculares, abrangendo uma ou mais áreas do conhecimento, que se caracterizam pela excelência do ensino oferecido, comprovada pela qualificação do seu corpo docente e pelas condições de trabalho acadêmico oferecidas à comunidade escolar. Os centros universitários credenciados têm autonomia para criar, organizar e extinguir, em sua sede, cursos e programas de educação superior.

Fonte: MEC

Qual a diferença entre os atos autorizativos: credenciamento, autorização e reconhecimento?

São modalidades de atos autorizativos: credenciamento e recredenciamento de instituições de educação superior(IES) e de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos de graduação.

image

Credenciamento e Recredenciamento


  • Para iniciar suas atividades, as IES devem solicitar o credenciamento junto ao MEC. De acordo com sua organização acadêmica, as IES são credenciadas como: faculdades, centros universitários e universidades.
  • Inicialmente a IES é credenciada como faculdade. O credenciamento como universidade ou centro universitário, com as respectivas prerrogativas de autonomia, depende do credenciamento específico de instituição já credenciada, em funcionamento regular e com padrão satisfatório de qualidade.
  • O primeiro credenciamento da instituição tem prazo máximo de três anos, para faculdades e centros universitários, e de cinco anos, para as universidades.
  • O recredenciamento deve ser solicitado pela IES ao final de cada ciclo avaliativo do Sinaes, junto à secretaria competente.

Autorização


  • Para iniciar a oferta de um curso de graduação, a IES depende de autorização do Ministério da Educação. A exceção são as universidades e centros universitários que, por terem autonomia, independem de autorização para funcionamento de curso superior. No entanto, essas instituições devem informar à secretaria competente os cursos abertos para fins de supervisão, avaliação e posterior reconhecimento. (Art. 28 do Decreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006).
  • No processo de autorização dos cursos de graduação de direito, medicina, odontologia e psicologia, inclusive em universidades e centros universitários, a secretaria de educação Superior considera a manifestação do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e do Conselho Nacional de Saúde. (art. 28, § 2º do Decreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006).

          Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento


  • O reconhecimento deve ser solicitado pela IES quando o curso de graduação tiver completado 50% de sua carga horária. O reconhecimento de curso é condição necessária para a validade nacional dos respectivos diplomas.
  • Assim como nos processos de autorização, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e o Conselho Nacional de Saúde têm prerrogativas para manifestar-se junto ao Ministério da Educação no ato de reconhecimento dos cursos de graduação de direito, medicina, odontologia e psicologia.
  • A renovação do reconhecimento deve ser solicitada pela IES ao final de cada ciclo avaliativo do Sinaes junto à Secretaria competente.