7 de abr. de 2011

A voz da Vila 17 de Abril

MINHA REALIDADE

Vieram os soldados e uma ordem executou.

Inimigos não éramos, mas bala ressoou.

Lágrimas de sangue na Curva do “S” ficou.

A marca da impunidade a história retratou.

***********

D epois do massacre, um assentamento foi formado.

E 690 famílias deixaram de ser acampadas.

Zarparam da Curva do “S” com o futuro planejado.

E na fazenda Macaxeira, todos ficaram alojados.

Sentimos muito o sangue, que foi derramado.

Segundo a história, foi por isso que deu resultado.

E sse assentamento enfim foi formado.

Tendo um grande crescimento desde que foi criado.

Educação e cultura aqui são valorizadas.

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Depois de 15 anos com muita satisfação

Enfatizo esse assentamento de grande reputação

**********

Almejante de sua história, com muita dedicação.

Brigando pela reforma agrária, direito do cidadão, o

Risco que eles correram garanto não foi em vão

Iremos sempre se lembrar do fundo do coração, que as

Lutas vão continuar, em prol de uma nação.


Autor:DSC03869

José Conceição Reis

Morador da Vila 17 de Abril. Educador. Matemático. Poeta.

UFPA promove Semana Camponesa em Marabá

Semana Camponesa


11 a 15 de Abril de 2011 - UFPA Marabá - Campus I

Programação


Segunda-Feira [11/04]
Manhã

Exposição de Fotografia
Assentamentos da Reforma Agrária
25 Anos do MST Sebastião Salgado – Parte da Exposição Terra / Local: UFPA - Campus I

Tarde
Sessão Subvercine
Filme: “Nas Terras do Bem Virá”
Local: UFPA - Auditório – Campus I / Horário: 15h00m


Terça-Feira [12/04]
Manhã

Exposição de Fotografia
Assentamentos da Reforma Agrária  25 Anos do MST / Sebastião Salgado – Parte da Exposição Terra / Local: UFPA - Campus I
Tarde

Apresentação de Dissertação: “O pote de ouro no final do arco íris: Ação Coletiva e Luta pela Terra no Assentamento Palmares II.”  / Profa. Msc. Glaucia de Sousa Moreno

Apresentação de Monografia: “Sobrevivências em Educação do Campo: artes, saberes e práticas aprendidas e cultivadas no cotidiano dos educadores do campo no sudeste do Pará.”

Profª Esp. Gildeci Santos Pereira / Apresentação de TCC: “Experiências Educativas nos projetos PRONERA Sudeste do Pará: a percepção de educandos da turma de Pedagogia do Campo.” / Graduada: Nayara Bezerra Prazeres / Local: UFPA - Auditório – Campus I / Horário: 15h00m

Noite:
Sessão Subvercine
Filme: “Massacre de Eldorado: 10 Anos”  / Local: Auditório – Campus I / Horário: 19h00m


Quarta-Feira [13/04]
Manhã:

Exposição de Fotografia
Assentamentos da Reforma Agrária 25 Anos do MST / Sebastião Salgado – Parte da Exposição Terra / Local: CAMPUS I

Tarde:

Defesa de TCC: “As escolas multisseriadas no projeto de Assentamento / Carajás Tamboril  - Marabá PA” / Estudante: Claúdio Correia dos Santos (Pedagogia do Campo)

Defesa de TCC:  “A Mística e seus sentidos discursivo” / Estudante: Marília Fernandes Pereira Leite (Letras)
Noite:
Mesa-redonda: “15 anos depois do Massacre de Eldorado do Carajás: um balanço da Reforma Agrária.”
José Batista Afonso [Coordenador da CPT]
Gilmar Mauro [Dirigente Nacional do MST]
Maria Joel da Costa [Presidente da FETAGRI – Regional Sudeste]
Local: Auditório da UFPA – Campus I / Horário: 19h00


Quinta-Feira [14/04]
Manhã:
Exposição de Fotografia
Assentamentos da Reforma Agrária
25 Anos do MST / Sebastião Salgado – Parte da Exposição Terra / Local: CAMPUS I
Tarde
Sessão Subvercine
Filmes: “Agricultura Familiar em Conceição do Araguaia”  e
“Mulheres e Agroecologia”. / Local: Auditório – Campus I / Horário: 15h00m
Noite
Lançamento de Livro de Poemas
Título: “Um Instante de Transgressão” [Divina Lopes - MST]
Performance Poética [Profº Clei Sousa (FAEL) / Local:  Auditório - Campus I / Horário: 19h00m


Sexta-Feira [15/04]
Exposição de Fotografia
Assentamentos da Reforma Agrária  25 Anos do MST Sebastião Salgado – Parte da Exposição Terra
Tarde
Sessão Subvercine
Filmes: “Grandes Projetos Tocantins” e “Carajás XXI: Impactos da
Mineração no Sudeste do Pará” / Local: Auditório – Campus I / Horário: 15h00m
REALIZAÇÃO:
NÚCLEO DE ESTUDO E PESQUISA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO – NECAMPO
NÚCLEO DE ARTE–EDUCAÇÃO DO SUL E SUDESTE DO PARÁ
CINE MAIS-CULTURA SUBVERCINE CABANAGEM
LICENCIATURA PLENA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO
FÓRUM REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CAMPO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ – CAMPUS DE MARABÁ

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Fonte: Evandro Medeiros / Campus Marabá - UFPA

5 de abr. de 2011

Como funciona o Sistema Educacional nos Estados Unidos

Com as novas políticas de responsabilização adotadas nos Estados Unidos, professores correm o risco de ser tachados de "excedentes" e afastados da docência.

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O que são escolas boas, ruins e como melhorá-las? Quem acompanha o noticiário sobre educação nos Estados Unidos hoje percebe que há um frenesi generalizado para obter essas respostas. O presidente Barack Obama é um dos que se arriscaram a buscar uma alternativa. Sua nova política educacional está alicerçada em dois programas: o Race to the Top, competição entre estados por recursos financeiros em que aqueles que apresentarem a proposta mais inovadora para melhorar o desempenho acadêmico recebem mais verba; e o School Improvement Grant (SIG, Bônus para a melhoria das escolas, em português), que prevê a repaginação das escolas de baixa performance acadêmica no país.
Os estados de Tennessee e Delaware ganharam a primeira rodada do Race to the Top e 36 outras unidades da federação submeteram propostas para a segunda fase do programa este ano. Os 18 finalistas, entre eles Arizona, California, Rhode Island, Maryland e Nova York, esperam ganhar parte dos US$ 3,4 bilhões de dólares que serão distribuídos pelo governo federal a partir de setembro.
Para executar a tarefa do SIG, o governo Obama aposta no fechamento ou reconfiguração de escolas e na demissão de professores cujos alunos não obtêm resultados satisfatórios. No ano passado, cada estado fez uma lista com as suas piores escolas e enviou-a ao governo federal. Para receber a verba, o distrito escolar deve possuir pelo menos uma escola que apresente resultados acadêmicos não satisfatórios por mais de dois anos.  A quantia de dinheiro recebida por eles varia e muitos já foram aprovados. No ano letivo iniciado em setembro, mais de 20 estados, como Minnesota, Nova Jersey, Texas e Washington D.C., começam a aplicar as medidas exigidas pelo governo federal para serem beneficiados.
Os efeitos dessas novas políticas começam a ser sentidos. Em julho, a capital federal, Washington D.C., registrou a demissão de 226 professores considerados ruins pela nova avaliação docente. Batizada de "Impacto", ela congrega as notas dos alunos e visitas a salas de aulas por diretores e especialistas não ligados às escolas. O sistema, implementado no último ano letivo, avaliou professores da rede durante um ano. As demissões coincidem com os primeiros resultados. Os profissionais considerados "altamente eficientes" terão suas práticas multiplicadas em outras escolas. Os "ineficientes" foram demitidos. A rede justifica a medida como necessária para garantir que todo estudante tenha chance de ter um bom desempenho acadêmico.

Nos últimos oito anos, o Departamento de Educação de Nova York fechou 91 escolas e abriu ou reabriu 335 novas escolas públicas e 81 escolascharter. Na maioria dos casos, as novas escolas eram menores, com novas administrações e, muitas vezes, um grupo de professores completamente novo, que assumiu as aulas no mesmo prédio da escola que foi fechada. As escolas também ganharam currículos novos, com foco em ecologia, leis e direitos civis. Os novos diretores passaram a controlar o orçamento e o currículo, além de ter poder para contratar e demitir professores sem autorização do Departamento de Educação.
Os resultados
Em contrapartida, a rede municipal ficou responsável pela qualidade das escolas. O departamento passou a usar relatórios anuais de progresso para cada uma. A composição dos relatórios leva em conta os seguintes indicadores: 60% do total advêm do progresso acadêmico dos estudantes em testes estaduais de matemática, artes e inglês no ano anterior; 25% da performance dos alunos nos mesmos testes no ano em questão; 15% vêm do resultado de pesquisas com pais, alunos e professores sobre o ambiente da escola. A avaliação agrega esses fatores e dá uma nota de F a A para cada escola da cidade. As escolas que recebem notas altas recebem mais recursos. Já aquelas com nota D ou menor passam por um período de reavaliação e enfrentam reformas que podem resultar em fechamento.
Essas mudanças afetaram drasticamente as condições dos docentes da rede municipal. As escolas estão cada vez mais suscetíveis a processos de fechamento e a demissões. Os professores sentem na pele as mudanças. Quando a cidade de Nova York decide fechar uma escola, eles podem ser considerados excedentes e, consequentemente, perder seu cargo na rede. Assim, ficam à disposição da rede municipal. Podem se transferir para outra escola, por meio de um mercado interno criado pelo Departamento, o open market, ou procurar novas oportunidades profissionais fora da cidade. A reportagem de Educação buscou retratos de professores que viveram esse processo para entender as novas configurações da carreira docente e os caminhos encontrados por eles para voltar à sala de aula.

Um professor excedente

Em junho de 2008, pouco antes das férias de verão, L.R., professor de ciências sociais de Nova York, foi avisado de que se tornaria um professor excedente. Sem entender bem o que isso significava, foi informar-se. Entrou na nova categoria porque havia perdido seu emprego na escola em que trabalhava. Apesar de ficar desempregado, continuaria na folha de pagamento do Departamento de Educação - há mais de mil professores nessa situação na cidade. Eles se tornaram excedentes porque suas escolas foram fechadas por baixa performance ou por falta de recursos financeiros. No caso de L.R., o motivo para ter se tornado excedente foi outro: a queda no número de matrículas na escola em que lecionava. Isso aconteceu por conta de sucessivos resultados ruins nas avaliações promovidas pelo Departamento de Educação. Logo após receber a notícia, entrou no site "mercado aberto", do Departamento, e tentou encontrar vagas fora do município. As tentativas foram em vão. L.R. conta que outros colegas da mesma escola também se tornaram excedentes. Alguns acabaram ficando na mesma escola. Outros acabaram desempregados.
Como L.R. começou o ano letivo de 2008-2009 sem turmas, ficou à disposição do departamento para trabalhar eventualmente. Em pouco tempo, recebeu um comunicado administrativo que o enviou a uma nova escola, localizada no bairro do Queens. "A carta deveria ter sido entregue pelo meu antigo diretor, na minha escola, mas os papéis foram perdidos e eu só recebi a notícia quando a nova escola começou a indagar o porquê da minha ausência", conta.  A administração e professores de sua nova unidade foram organizados e gentis. Entretanto, depois de duas semanas de adaptação, ele foi chamado novamente pela primeira escola que o dispensara. "Acharam uma maneira de me encaixar no orçamento e me informaram que eu teria uma disciplina para ensinar. Quando eu voltei, percebi que as condições eram muito estranhas", relata.

A carta cor-de-rosa


O professor James Eterno teme um futuro como o de L.R. Ele ensina ciências sociais há 24 anos na Jamaica High School, no Queens, em Nova York. É o representante da United Federation of Teachers (UFT , União Federal dos Professores) na instituição. Sua maior preocupação hoje é evitar que o colégio feche e que 85 professores, ele incluso, percam o emprego.
A escola de James faz parte de um grupo de 19 escolas que o Departamento de Educação resolveu fechar em janeiro deste ano. A decisão foi revogada em julho, após o sindicato ter entrado com um processo judicial. O Departamento apontou três razões para o fechamento: baixa demanda de alunos, falta de progresso no desempenho acadêmico e baixa performance dos estudantes no ano em questão. Em 2007, o órgão chegou a enviar uma carta aos pais, afirmando que aquela era uma escola "persistentemente perigosa". Na ocasião, 200 alunos se desligaram da Jamaica High School.
A instituição é conhecida pelo atendimento de alunos imigrantes e provenientes de famílias de baixa renda. Segundo James, 30% dos alunos têm necessidades especiais - uma categoria que as escolas novas não podem aceitar nos dois anos consecutivos a sua abertura. Quando pensa na Jamaica High School fechada, o professor faz uma pausa. Se a escola fechar, ele provavelmente receberá uma carta cor-de-rosa.  "Se perdermos essa luta, vou sobreviver. Mas será um insulto ter de montar meu currículo e procurar emprego após 24 anos. Quando uma unidade do Corpo de Bombeiros fecha nessa cidade, os bombeiros veteranos não têm de procurar emprego. São convidados a comandar outras unidades. Não há esse respeito com os professores veteranos em Nova York", finaliza.

Expreriências degradantes

Alan Ettman, 52 anos, é um dos professores veteranos de Nova York contrários ao sistema de responsabilização. Leciona inglês para o ensino médio há 25 anos. Os primeiros 21 anos foram dedicados à mesma escola, Walton High School, fechada em 2006, após um processo que durou cinco anos. A escola parou de aceitar alunos de uma série a cada ano, até que todos os estudantes se formassem e a instituição fechasse. Alan não esperou o fechamento se concluir: em 2005, pediu transferência para outro colégio.
Em 2001, o Departamento de Educação começou a criar escolas novas e menores dentro do prédio da Walton High. "Você se sente um cidadão de segunda classe. Estudantes e professores foram excluídos, tivemos de assistir às escolas novas nos olhando como perdedores, ganhando móveis e recursos novos. Éramos considerados fracassados", relata.
Entre 30 e 40 professores deixaram a escola e muitos ficaram sem trabalhar no último ano em que Allan lecionou em Walton High. "Os novos administradores não eram obrigados a contratar 50% dos professores originais", explica. Até 2003, uma regra contratual prevista por negociações com o sindicato determinava que docentes que perdessem o emprego deveriam ser contratados para as novas escolas baseando-se no tempo de serviço: quanto mais tempo de casa o professor tivesse, maiores eram as chances de ficar. Ele foi beneficiado, já que professores com mais experiência tinham o direito de escolher onde trabalhar. Hoje já não é mais assim. Em 2005, a regra mudou e 50% dos professores originais deveriam ser recontratados pelas escolas novas.  A partir de 2007, os diretores passaram a ter autonomia para contratar, mas deveriam continuar seguindo a regra contratual. Na prática, as novas escolas dão preferência aos professores da escola fechada, mas, como Alan, muitos não se interessam pela nova configuração.


 

Mudança de filosofia


Apesar de muitos professores veteranos em Nova York seguirem o caminho de Alan, há aqueles que tentaram se adaptar ao novo modelo. Marybelle Marrero-Colon começou a trabalhar em um dos colégios novos depois do fechamento da Bushwick High School, no Brooklyn, onde trabalhou dez anos como professora de inglês para crianças que tinham outra primeira língua (espanhol, francês ou francês crioulo). Foram 24 anos em sala de aula. "Eu me converti a um jeito diferente de pensar o ensino médio. Sempre fui da cultura da escola grande, mas agora estou convencida de que a escola menor é melhor", explica.
Marybelle diz que viveu seus piores anos na configuração antiga. "Eram três mil alunos. Havia professores ensinando nos banheiros, e eu dava aulas de inglês em auditórios lotados, para alunos que entravam às 7h30 e saíam depois da uma da tarde", conta. A escola era grande demais, com estudantes em diversas condições, e superlotada de alunos imigrantes e com necessidades especiais. "A dificuldade de acompanhar cada estudante em um colégio como o Bushwick era muito grande", diz.
Para ela, as avaliações foram feitas gradualmente, e o fechamento já era esperado. Ela deixou Bushwick e a cidade de Nova York em 1992. Cinco anos depois, quando regressou, optou por uma vaga administrativa e acabou sendo considerada excedente. Após a dispensa, foi recomendada por seu superintendente para ser coordenadora de inglês como segunda língua em Bushwick.
Marybelle conta que, durante a transformação de Bushwick, houve resistência dos professores em trabalhar para escolas pequenas. "Todos sabem que escolas menores exigem que você trabalhe mais. Há mais responsabilização e mais chances de fracassar", diz. Ela não se sentiu entusiasmada com a mudança, mas se interessou por uma das escolas novas: a Urban Assembly New York Harbor School, de ensino médio, criada em 2003 a partir da antiga Bushwick. Ela coordena os cursos de inglês como segunda língua, os testes, a comunicação com pais e equipes de professores responsáveis por alunos com dificuldades com o idioma. A rotina costuma mantê-la ocupada até as 19h. "Professores nunca fariam isso na escola antiga", compara. Marybelle diz que o grupo de mais ou menos 35 professores é unido e que, se é preciso discutir problemas, todos estão a postos. "Foi uma mudança muito grande, mas hoje as crianças me chamam pelo primeiro nome, é quase como uma família."

Se a moda pega...

 

Fonte: Grupo de Ensino, pesquisa e Formação em Educação Matemática<http://blogdogepfem.blogspot.com/>

4 de abr. de 2011

SEMECD chega a todos os cantos do município

A Secretaria Municipal de Educação contribui fortemente para o intercâmbio de experiências entre os professores do nosso município. Sua equipe pedagógica vai às localidades mais distantes promover a trova de informações e propor uma reflexão baseada na autonomia, no conhecimento dialético, momento este em que todos participam coletivamente no debate de temas pedagógicos para aprimorar cada vez mais as metodologias, os procedimentos em sala, o relacionamento com os alunos. Esse trabalho é responsável por manter um determinado padrão em todas as escolas, dentro de suas particularidades, que atendam às novas demandas e necessidades para a melhoria da qualidade da educação.

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E. M. E. F. Caminho Maravilhoso – MARIA BONITA

 

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E. M. E. F. Caminho Maravilhoso – MARIA BONITA

 

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E. M. E. F. SANTA LUZIA – BAMERINDUS

 

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E. M. E. F. SANTA LUZIA – BAMERINDUS

Mais um Encontro Pedagógico na Casa do Professor

Mais uma ação dinamizadora da Secretaria Municipal de Educação se deu hoje. Além de poder chegar às mais longínquas localidades, nos extremos do município, levando formação continuada aos docentes, também busca sempre a participação massiva de todos nos assuntos que fazem melhorar a educação.

Cada escola enviou um professor representante de cada disciplina para o encontro na Casa do Professor, que ocorreu em dois dias, segunda e terça-feira. O Secretário de Educação, professor Jocélio, esteve presente saudando a todos.

Confira imagens das reuniões onde se discutiu a Proposta Pedagógica Curricular e aprofundou-se os estudos a cerca dos tópicos e eixos temáticos em cada área do conhecimento:

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16 de mar. de 2011

“Semana Nacional de Luta Camponesa e Reforma Agrária no Pará” na Vila 17 de Abril

No período entre 10 e 17 de abril o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem terra (MST) realizará a “Semana Nacional de Luta Camponesa e Reforma Agrária no Pará”, contemplando uma série de atividades que marcam os quinze anos do Assentamento 17 de Abril, como também relembra o “Massacre de Eldorado de Carajás”, mundialmente conhecido, onde 19 vidas foram ceifadas e 69 pessoas mutiladas e os culpados até hoje impunes.

Oficinas de teatro, dança, poesia, instrumentos musicais, agitação e propaganda, música, artes plásticas e temas relacionados à infância Sem Terra, assim como o Cine Terra, ocorrerão, às tardes, ao longo da semana na escola do assentamento, Oziel Alves Pereira.

oziel pereira alves

Atos políticos e culturais, também, serão realizados no Assentamento 17 de Abril e no espaço do monumento na “curva do S”, em Eldorado dos Carajás, além do monu permanente acampamento político pedagógico da juventude do MST/PA, que contará com cerca de mil jovens, vindos de acampamentos e assentamentos de todo o Estado paraense.

 

Entre as ações da semana, destaca-se a noite cultural nordestina e Amazônica, a inauguração da Biblioteca José Saramago e da Rádio Camponesa na comunidade.

Já os shows, terão a presença da cantora e compositora Socorro Lira, da banda de Rap A Família, vinda de São Paulo, de Zeca Tocantins e Clauber Martins trazendo suas composições que remetem à cultura regional, além das apresentações do cantor Beto Dy Maya e da Banda Nó de Aroeira. Fechando a programação, na noite da Festa da Reforma Agrária e do aniversário de quinze anos do assentamento 17 de abril, show com cantor Zé Geraldo.

 

Fonte:http://www.zedudu.com.br/

14 de mar. de 2011

Encontro dos professores de Educação Física

Os professores de Educação Física do  município de Eldorado do Carajás estiveram reunidos com o Secretário Municipal de Educação, professor Jocéio, e a Coordenadora Geral do 6º ao 9º ano, professora Jeucilene Diniz Freitas  nesta sexta-feira, 11/02. O grupo discutiu, na Casa do Professor, sobre metodologias para mudar a cara da disciplina nas escolas, atividades diversificadas para dinamizar as aulas e alguns novos pressupostos para a prática de esportes neste ano de 2011.

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Todos já estão de olho nas competições esportivas espalhadas pela região e visam preparar com mais qualidade os atletas que participarão defendendo o nome do nosso município. Também manterão o foco na valorização do período de aulas, onde os alunos que praticam Educação Física buscam e manutenção da saúde, o conhecimento das características de cada prática esportiva e como elas devem ser vivenciadas para beneficiar o corpo.